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Brasil e Chile avançam na digitalização do comércio com Certificado de Origem Eletrônico

  • Foto do escritor: gdock
    gdock
  • 13 de mai. de 2025
  • 2 min de leitura

Acordo para implantação do COE traz ganhos de eficiência, redução de custos e benefícios diretos para setores como alimentos, máquinas e automotivo



Na próxima sexta-feira (2/5), Brasil e Chile iniciam a fase de testes para a implantação do Certificado de Origem Eletrônico (COE), ferramenta que vai facilitar o comércio bilateral ao substituir os atuais certificados em papel por um sistema eletrônico seguro e eficiente. A etapa de testes prepara o caminho para o início da implementação definitiva do COE entre os dois países, prevista para 3 de junho.

Coordenada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), a iniciativa representa mais um passo importante na modernização e desburocratização do comércio exterior, com redução de custos operacionais e aceleração no tempo de emissão dos certificados. Atualmente, a emissão pode levar até 48 horas, mas, com a digitalização, a estimativa é que esse tempo caia para cerca de 2 horas, com economia de até 95% nos custos do processo.

O Certificado de Origem Eletrônico com o Chile é mais uma medida concreta de facilitação do comércio exterior, eliminando burocracia, reduzindo custos e trazendo mais agilidade e segurança para os exportadores e importadores brasileiros. A medida fortalece a integração com parceiros estratégicos e impulsiona a competitividade da indústria nacional.

O Chile é hoje o segundo maior parceiro comercial do Brasil na América do Sul, sendo que o comércio bilateral ultrapassou US$ 10 bilhões em 2024. A relação é marcada por forte intercâmbio em produtos industriais e manufaturados, com destaque para os setores de alimentos e bebidas, máquinas e equipamentos, automotivo e plásticos.

“Estamos promovendo maior eficiência, segurança e agilidade nos processos, o que beneficia diretamente nossas empresas, especialmente as pequenas e médias”, afirmou a Secretária de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana Prazeres, acrescentando que o novo sistema facilitará a inserção de empresas brasileiras no mercado chileno, permitindo um maior aproveitamento dos benefícios tarifários previstos no Acordo de Livre Comércio em vigor entre os dois países.

Além disso, o COE garante autenticidade e integridade por meio de assinaturas digitais, elevando o padrão de segurança e confiabilidade nos processos de exportação e importação. A medida contribui ainda para a redução de fraudes documentais e para a melhoria no controle aduaneiro, ao facilitar a verificação da origem preferencial dos produtos comercializados.

Com a eliminação da documentação física, o COE representa também um avanço em sustentabilidade e integração regional, alinhando-se às melhores práticas internacionais e aproximando os sistemas de comércio dos dois países.


 
 
 

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