Marketing Pessoal


Ferramenta pode impulsionar visibilidade do administrador no mercado

Vivemos a era da exposição pessoal. Cada vez mais, seja por meio de redes sociais ou programas de reality show na televisão, as pessoas vendem sua imagem. Dentro do mundo corporativo, guardadas as devidas proporções, isso também ocorre e é chamado de marketing pessoal. De maneira simplificada, consiste em uma ferramenta usada para promoção pessoal de modo a alcançar o sucesso. É uma estratégia usada para "vender" a imagem, e influenciar a forma como as outras pessoas olham para quem a utiliza. Ou seja, tornar suas competências a habilidades visíveis para se destacar.

No entanto, segundo os especialistas, é muito importante separar o que é saudável do que é nocivo nesse processo. “Uma reputação se constrói ao longo do tempo. Isso significa alguém consciente dessa premissa faz um contínuo esforço para ser reconhecido pelo seu comportamento, suas atitudes e suas crenças e, em especial pela congruência entre o que fala e faz. O verdadeiro marketing pessoal é lastreado na imagem projetada nos contatos, na atenção dispensada, no fato de estar disponível, na atenção dada aos colegas, no cumprimento pelo aniversário, na maneira gentil e atenciosa de lidar com as pessoas em geral”, explica o administrador Reinaldo Passadori, fundador e CEO do Instituto Passadori - Educação Corporativa que já treinou mais de 80.000 profissionais.

Para ele, o marketing pessoal não deixa de ser uma propaganda ou uma venda, porque é um conjunto de ações e posturas que torna uma pessoa conhecida efetivamente pelo que ela é e demonstra, e não se resume apenas em vestir uma bela roupa, utilizar adornos modernos, combinar cores e ostentar uma bela imagem pessoal. Visão semelhante à da colega administradora Adriana Paula, Gestora de Carreira & Master Coach da Outliers Careers.

O marketing pessoal não deixa de ser uma propaganda ou uma venda, porque é um conjunto de ações e posturas que torna uma pessoa conhecida efetivamente pelo que ela é e demonstra, e não se resume apenas em vestir uma bela roupa, utilizar adornos modernos, combinar cores e ostentar uma bela imagem pessoal. Visão semelhante à da colega administradora Adriana Paula, Gestora de Carreira & Master Coach da Outliers Careers.

De acordo com o administrador Alexander Baer, professor seus filhos para serem humildes e modestos, com receio de que eles se tornem ‘exibidos’, não é de se estranhar quando ouvimos alguém dizer que ‘um bom trabalho fala por si só’”, diz.

Marketing pessoal na gestão

Há muita discussão em torno do marketing pessoal aplicado pelo gestor. Como fazê-lo de modo correto, sem passar a sensação de que está tentando se apropriar do trabalho da equipe ou apenas se promovendo? “Considerando que o marketing é a expressão daquilo que a pessoa é, pensa e sente, pelo cuidado que tem em se expressar, pelo zelo que apresenta em um trabalho escrito, por uma redação primorosa, pelo controle que tem das suas emoções, pelo modo de motivar ou estimular pessoas a um objetivo, pelo cuidado com um processo empático, é um instrumento que, se bem utilizado, pode facilitar todo um entendimento com uma pessoa ou com um grupo de pessoas”, explica Passadori.

Adriana afirma que o gestor precisa utilizar esse expediente com ações planejadas, mas que devem ser coerentes com o cará- ter de cada profissional. “Acredito ser fundamental para um gestor usar essa ferramenta de marketing com seus liderados. Não se compra um produto que esteja com a embalagem danificada, ou que não contenha todas as informações importantes para sua aquisição. Os gestores escolhem candidatos que se apresentam de forma adequada, tenham uma boa postura e comunicação”, diz.

Para Baer, o marketing pessoal estratégico também tem seu código de ética a ser seguido. “Marketing Pessoal não tem nada a ver com jogar futebol, bajular o chefe ou negligenciar o trabalho. Os exemplos negativos não devem impedir que você aprenda técnicas que possam ajudá-lo a progredir na sua carreira. Ele tem estrita relação com a empregabilidade. Convenhamos, os contatos não vão aparecer de repente, em caso de demissão ou mudança de atividade profissional. Contatos precisam ser cultivados. Por isso, esqueça a velha desculpa da falta de tempo. Nunca é tarde para lembrar que você terá todo o tempo do mundo se for demitido”, afirma.

Recolocação

Em tempos de instabilidade no mercado de trabalho, o marketing pessoal pode ser o fiel da balança em um momento de recolocação, segundo os especialistas. Ter seu trabalho difundido e reconhecido pode ser um diferencial. “Hoje existem até mesmo assessorias de marketing pessoal que ajudam profissionais com isso”, lembra Marcos Cobra.

Passadori afirma que estar atento à importância de causar uma boa imagem por onde trafega mostra o preparo e a importância que se dá ao marketing pessoal. “Sabemos de muitos casos de pessoas que foram demitidas e tiveram muitas dificuldades de uma recolocação, outras tiveram que reduzir drasticamente suas pretensões salariais justamente por não terem a preocupação em fazer um bom marketing pessoal. Curiosamente pequenos detalhes fazem uma grande diferença; desde uma atenção dada em uma conversa, um jeito agressivo de lidar com as pessoas, desrespeito, falta de educação, maledicências, tudo é passível de ser observado e decodificado pelo interlocutor, podendo comprometer a imagem ou a percepção de quem age, impensadamente, desse modo”, explica.

De acordo com Adriana, estamos diante de um cenário muito competitivo e cada vez mais as pessoas investem em si mesmas. “São várias pessoas com as mesmas qualificações, porém o que as difere é o modo como elas se apresentam. Como demonstram aquilo que sabem fazer de melhor. Marketing pessoal é atribuir valor à sua imagem, muito mais que se vender: é um conjunto de maneiras e possibilidades, que irão fazer com que as pessoas sejam vistas de maneira muito mais positiva”, diz.

“As organizações estão cada vez mais atrás dos melhores profissionais do mercado. E esses profissionais sem sombra de dúvida fazem muito bem o seu marketing pessoal estratégico no momento que estão, por exemplo, altamente ativos nas suas redes sociais, levando conteúdo altamente relevante ao mercado”, finaliza Baer.


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